"Ofensa que perdoas é paz que te acompanha."
Dia 1 – Chegar ao Caminho
“Nem todos os que caminham procuram um destino. Alguns procuram a si próprios.”
Hoje não tentes chegar depressa.
Enquanto caminhas, observa quantas vezes a tua mente já está no próximo quilómetro, na próxima pausa ou na chegada.
O corpo está aqui.
A mente está adiante.
O caminho acontece apenas onde os teus pés estão.
Durante 10 minutos, presta atenção apenas aos teus passos.
Sem mudar a respiração.
Sem tentar alcançar nada.
Apenas:
- Passo.
- Passo.
- Passo.
Quando a mente se distrair, regressa aos pés.
O que na minha vida estou sempre a tentar alcançar, sem viver plenamente o presente?
Dia 2 – O Espelho
“Cada pessoa que encontramos mostra-nos algo de nós.”
Pensa numa pessoa de quem não gostas particularmente.
Identifica exatamente o que te incomoda nela.
Talvez seja:
arrogância
impaciência
egoísmo
agressividade
Agora pergunta-te:
Já houve momentos em que eu também manifestei esta característica?
Mesmo que de forma diferente?
Sem te julgares, recorda três situações em que possas ter agido de forma semelhante.
Não para criar culpa.
Mas para criar compreensão.
O que mudaria se eu visse essa pessoa como alguém que também está a lutar com as suas
próprias feridas?
Dia 3 – A História do Copo Cheio
“Cada pessoa que encontramos mostra-nos algo de nós.”
Pensa numa pessoa de quem não gostas particularmente.
Identifica exatamente o que te incomoda nela.
Talvez seja:
arrogância
impaciência
egoísmo
agressividade
Agora pergunta-te:
Já houve momentos em que eu também manifestei esta característica?
Mesmo que de forma diferente?
Sem te julgares, recorda três situações em que possas ter agido de forma semelhante.
Não para criar culpa.
Mas para criar compreensão.
O que mudaria se eu visse essa pessoa como alguém que também está a lutar com as suas
próprias feridas?
Dia 4 – Gratidão Invisível
“Cada pessoa que encontramos mostra-nos algo de nós.”
Pensa numa pessoa de quem não gostas particularmente.
Identifica exatamente o que te incomoda nela.
Talvez seja:
arrogância
impaciência
egoísmo
agressividade
Agora pergunta-te:
Já houve momentos em que eu também manifestei esta característica?
Mesmo que de forma diferente?
Sem te julgares, recorda três situações em que possas ter agido de forma semelhante.
Não para criar culpa.
Mas para criar compreensão.
O que mudaria se eu visse essa pessoa como alguém que também está a lutar com as suas
próprias feridas?
Dia 5 – Respirar
“Cada pessoa que encontramos mostra-nos algo de nós.”
Pensa numa pessoa de quem não gostas particularmente.
Identifica exatamente o que te incomoda nela.
Talvez seja:
arrogância
impaciência
egoísmo
agressividade
Agora pergunta-te:
Já houve momentos em que eu também manifestei esta característica?
Mesmo que de forma diferente?
Sem te julgares, recorda três situações em que possas ter agido de forma semelhante.
Não para criar culpa.
Mas para criar compreensão.
O que mudaria se eu visse essa pessoa como alguém que também está a lutar com as suas
próprias feridas?
Dia 6 – O Peso da Mochila
“Cada pessoa que encontramos mostra-nos algo de nós.”
Pensa numa pessoa de quem não gostas particularmente.
Identifica exatamente o que te incomoda nela.
Talvez seja:
arrogância
impaciência
egoísmo
agressividade
Agora pergunta-te:
Já houve momentos em que eu também manifestei esta característica?
Mesmo que de forma diferente?
Sem te julgares, recorda três situações em que possas ter agido de forma semelhante.
Não para criar culpa.
Mas para criar compreensão.
O que mudaria se eu visse essa pessoa como alguém que também está a lutar com as suas
próprias feridas?
Dia 7 – O Velho e o Cavalo
“Cada pessoa que encontramos mostra-nos algo de nós.”
Pensa numa pessoa de quem não gostas particularmente.
Identifica exatamente o que te incomoda nela.
Talvez seja:
arrogância
impaciência
egoísmo
agressividade
Agora pergunta-te:
Já houve momentos em que eu também manifestei esta característica?
Mesmo que de forma diferente?
Sem te julgares, recorda três situações em que possas ter agido de forma semelhante.
Não para criar culpa.
Mas para criar compreensão.
O que mudaria se eu visse essa pessoa como alguém que também está a lutar com as suas
próprias feridas?
Dia 8 – O Poder do Silêncio
“Cada pessoa que encontramos mostra-nos algo de nós.”
Pensa numa pessoa de quem não gostas particularmente.
Identifica exatamente o que te incomoda nela.
Talvez seja:
arrogância
impaciência
egoísmo
agressividade
Agora pergunta-te:
Já houve momentos em que eu também manifestei esta característica?
Mesmo que de forma diferente?
Sem te julgares, recorda três situações em que possas ter agido de forma semelhante.
Não para criar culpa.
Mas para criar compreensão.
O que mudaria se eu visse essa pessoa como alguém que também está a lutar com as suas
próprias feridas?
Dia 9 – Perdoar
“Cada pessoa que encontramos mostra-nos algo de nós.”
Pensa numa pessoa de quem não gostas particularmente.
Identifica exatamente o que te incomoda nela.
Talvez seja:
arrogância
impaciência
egoísmo
agressividade
Agora pergunta-te:
Já houve momentos em que eu também manifestei esta característica?
Mesmo que de forma diferente?
Sem te julgares, recorda três situações em que possas ter agido de forma semelhante.
Não para criar culpa.
Mas para criar compreensão.
O que mudaria se eu visse essa pessoa como alguém que também está a lutar com as suas
próprias feridas?
Dia 10 – A Imperfeição
“Cada pessoa que encontramos mostra-nos algo de nós.”
Pensa numa pessoa de quem não gostas particularmente.
Identifica exatamente o que te incomoda nela.
Talvez seja:
arrogância
impaciência
egoísmo
agressividade
Agora pergunta-te:
Já houve momentos em que eu também manifestei esta característica?
Mesmo que de forma diferente?
Sem te julgares, recorda três situações em que possas ter agido de forma semelhante.
Não para criar culpa.
Mas para criar compreensão.
O que mudaria se eu visse essa pessoa como alguém que também está a lutar com as suas
próprias feridas?
Dia 11 – O Estranho
“Cada pessoa que encontramos mostra-nos algo de nós.”
Pensa numa pessoa de quem não gostas particularmente.
Identifica exatamente o que te incomoda nela.
Talvez seja:
arrogância
impaciência
egoísmo
agressividade
Agora pergunta-te:
Já houve momentos em que eu também manifestei esta característica?
Mesmo que de forma diferente?
Sem te julgares, recorda três situações em que possas ter agido de forma semelhante.
Não para criar culpa.
Mas para criar compreensão.
O que mudaria se eu visse essa pessoa como alguém que também está a lutar com as suas
próprias feridas?
Dia 12 – O Que Realmente Importa
“Cada pessoa que encontramos mostra-nos algo de nós.”
Pensa numa pessoa de quem não gostas particularmente.
Identifica exatamente o que te incomoda nela.
Talvez seja:
arrogância
impaciência
egoísmo
agressividade
Agora pergunta-te:
Já houve momentos em que eu também manifestei esta característica?
Mesmo que de forma diferente?
Sem te julgares, recorda três situações em que possas ter agido de forma semelhante.
Não para criar culpa.
Mas para criar compreensão.
O que mudaria se eu visse essa pessoa como alguém que também está a lutar com as suas
próprias feridas?
Dia 13 – O Rio
“Cada pessoa que encontramos mostra-nos algo de nós.”
Pensa numa pessoa de quem não gostas particularmente.
Identifica exatamente o que te incomoda nela.
Talvez seja:
arrogância
impaciência
egoísmo
agressividade
Agora pergunta-te:
Já houve momentos em que eu também manifestei esta característica?
Mesmo que de forma diferente?
Sem te julgares, recorda três situações em que possas ter agido de forma semelhante.
Não para criar culpa.
Mas para criar compreensão.
O que mudaria se eu visse essa pessoa como alguém que também está a lutar com as suas
próprias feridas?
Dia 14 – O Melhor de Mim
“Cada pessoa que encontramos mostra-nos algo de nós.”
Pensa numa pessoa de quem não gostas particularmente.
Identifica exatamente o que te incomoda nela.
Talvez seja:
arrogância
impaciência
egoísmo
agressividade
Agora pergunta-te:
Já houve momentos em que eu também manifestei esta característica?
Mesmo que de forma diferente?
Sem te julgares, recorda três situações em que possas ter agido de forma semelhante.
Não para criar culpa.
Mas para criar compreensão.
O que mudaria se eu visse essa pessoa como alguém que também está a lutar com as suas
próprias feridas?
Dia 15 – A Chegada
“Cada pessoa que encontramos mostra-nos algo de nós.”
Pensa numa pessoa de quem não gostas particularmente.
Identifica exatamente o que te incomoda nela.
Talvez seja:
arrogância
impaciência
egoísmo
agressividade
Agora pergunta-te:
Já houve momentos em que eu também manifestei esta característica?
Mesmo que de forma diferente?
Sem te julgares, recorda três situações em que possas ter agido de forma semelhante.
Não para criar culpa.
Mas para criar compreensão.
O que mudaria se eu visse essa pessoa como alguém que também está a lutar com as suas
próprias feridas?